Roma recusa liberar Dybala e Molina para a despedida de Messi
A Roma oficializou sua recusa em liberar Paulo Dybala e Nahuel Molina para viajar à Argentina para a última partida de Lionel Messi com a Albiceleste, marcada para 6 de outubro, por motivos esportivos e logísticos.
A AS Roma oficializou, em um comunicado, sua recusa em liberar Paulo Dybala e Nahuel Molina para viajarem à Argentina para a última partida de Lionel Messi com a camisa da Albiceleste, marcada para 6 de outubro contra o Benin. A decisão, divulgada por vários veículos italianos e portugueses, é motivada por razões esportivas e logísticas.
Uma decisão oficial do clube
Segundo o Tuttosport, o clube giallorosso comunicou sua escolha por meio de uma nota oficial, com os dois argentinos permanecendo em Trigoria. O Corriere dello Sport detalha que a decisão foi tomada por "motivos esportivos e logísticos". O TuttoMercatoWeb indica que a notícia, já esperada, agora é oficial: os dois jogadores não participarão do confronto entre Argentina e Benin, última saída de Lionel Messi com a seleção.
Uma orientação já conhecida
Desde a manhã, o TuttoMercatoWeb reportava que a Roma estava "sempre orientada para o não" em relação à viagem de Dybala e Molina. O L'Équipe, por sua vez, destaca que os dois jogadores não foram autorizados pela AS Roma a viajar para a Argentina para a despedida de Lionel Messi. A Gazzetta dello Sport e a ANSA também confirmam a recusa do clube, assim como A Bola e o Maisfutebol, que mencionam um veto da Roma à participação dos dois jogadores na homenagem a Messi.
Os desdobramentos
Os dois atletas internacionais argentinos permanecerão, portanto, em Roma enquanto seus companheiros de seleção enfrentarão o Benim em Buenos Aires. O clube não especificou, nos trechos disponíveis, se essa decisão poderia ser revista.





