Após goleada para o Como, torcida do Lens cobra saída de Cahuzac
Depois da derrota por 1 a 9 para o Como, na Liga dos Campeões, a torcida do Lens pressiona e o clube reage. Segundo a imprensa francesa, o técnico Yannick Cahuzac segue no cargo, mas os torcedores pedem sua saída.
A goleada sofrida pelo Lens para o Como, por 1 a 9, na Liga dos Campeões, gerou uma onda de protestos. Nesta sexta-feira, cinco grupos de torcedores do clube publicaram um comunicado conjunto, anunciando ações antes da partida contra o Olympique de Marseille, no domingo, pela Ligue 1.
Direção mantém Cahuzac
Apesar da pressão, a diretoria do Lens decidiu manter Yannick Cahuzac no comando. Segundo o Foot Mercato, o treinador conversou com a direção e recebeu a confiança dos dirigentes. Jean-Louis Leca, diretor esportivo do clube, também saiu em defesa do técnico e confirmou sua permanência no cargo.
O próprio Cahuzac, de acordo com o Foot Mercato, admitiu a "humilhação" sofrida e afirmou que não vai desistir. "Não vou baixar os braços", disse o treinador, em declaração repercutida pela imprensa francesa.
Torcida pede cabeça do treinador
A postura da torcida, no entanto, é diferente. Segundo o But Football Club, os torcedores querem a saída imediata de Cahuzac, mesmo após a manifestação de Leca. O clima de revolta é tamanho que o clube já se prepara para um ambiente hostil no próximo jogo.
O jornal Le Figaro destaca a "cólera" dos torcedores após a "débâcle" diante do Como. A derrota histórica, a maior sofrida pelo clube em competições europeias, deixou marcas profundas.
Like polêmico e clima pesado
Além da crise esportiva, o Lens lida com um caso extra-campo. O atacante Junior Kadile, contratado neste verão, curtiu uma publicação nas redes sociais que criticava o companheiro de equipe Da Cunha, após a goleada. O gesto gerou indignação entre os torcedores, conforme noticiou o Onze Mondial.
O ambiente no clube é de tensão, e a partida contra o Olympique de Marseille, no domingo, será um teste de fogo para a equipe e para o técnico. Resta saber se a diretoria manterá a confiança em Cahuzac, mesmo com a pressão popular.






